O uso do "não sei!" tem início logo nos primeiros anos da vida escolar das nossas crianças.
É muito comum a gente, como professor, questionar o aluno e ele, com a maior naturalidade do mundo, responder "não sei!", acomodando-se em seguida. Na maioria das vezes, o "não sei!" é uma resposta imediata e desacompanhada de qualquer tentativa de raciocínio ou busca na memória sobre o que já sabe sobre o assunto. Ou seja, é uma resposta mecânica e sem nenhuma reflexão.
Assim procedendo, o estudante deixa de praticar o exaustivo exercício de PENSAR, segundo o ponto de vista dele. Aliás, quando eles são obrigados a pensar e a refletir profundamente sobre um problema, habitualmente se queixam do esforço que têm que despender.
Nas minhas quatro décadas no cargo e ofício de professor raramente algum aluno completou o "não sei!" com "não sei mas vou procurar saber".
A resposta "não sei!" é um recurso bastante confortável para ele, a ponto de se auto eximir da responsabilidade de tomar qualquer providência posterior para reverter a situação. Imediatamente assume atitude passiva, esperando que o professor lhe dê todas as explicações. E os professores, de modo geral, dão esses esclarecimentos.
Para nós, professores, é menos desgastante dar explicações do que elaborar um plano de pesquisa para o aluno buscar, por sí só, as explicações. Agindo assim, assumimos a função de facilitador e, ao mesmo tempo, nos omitimos a função de educador, daquele que se diz "preparador para a vida".
Notamos que, decorridos alguns dias, se repetirmos o mesmo questionamento para o mesmo aluno, na grande maioria das vezes, ele dificilmente lembrar-se-á completamente das explicações dadas. Geralmente muda a resposta do "não sei!" por "não me lembro!".
Para mim, o "não me lembro!", nesse caso, revela o pouco valor e atenção dados por ele ao que foi explicado.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Trem-bala impagável! (III)
Hoje, 11/7/2011, mais uma vez o leilão do trem-bala não se concretizou porque nenhuma proposta apareceu!
Repito: o trem-bala foi uma brincadeira inconsequente do Lula e os ingênuos e tolos acreditaram!
Diz o pessoal do governo que vão mudar a estratégia para o próximo leilão.
Lembramos que o primeiro leilão foi em novembro do ano passado; o segundo em abril desse ano; o terceiro, AGORA!
Só resta uma apelação: DILMA, FAÇA ALGUMA COISA PARA SALVAR O PRESTÍGIO QUE LULA CONQUISTOU SOMENTE COM DISCURSOS. AFINAL, ELE AGORA NÃO ESTÁ MAIS DISCURSANDO!!!!!!!
Repito: o trem-bala foi uma brincadeira inconsequente do Lula e os ingênuos e tolos acreditaram!
Diz o pessoal do governo que vão mudar a estratégia para o próximo leilão.
Lembramos que o primeiro leilão foi em novembro do ano passado; o segundo em abril desse ano; o terceiro, AGORA!
Só resta uma apelação: DILMA, FAÇA ALGUMA COISA PARA SALVAR O PRESTÍGIO QUE LULA CONQUISTOU SOMENTE COM DISCURSOS. AFINAL, ELE AGORA NÃO ESTÁ MAIS DISCURSANDO!!!!!!!
Explicar o inexplicável!
Os que têm o que não poderiam ter não podem, de modo algum, pensar em se justificar e nem ostentarem suas posses porque exporiam, de modo indireto, seus atos escusos de violação dos princípios morais e éticos socialmente aceitos pelos cidadãos que sonham em ter um plêiade de políticos honestos em vez dos que hoje aí estão, cumpridores "maliciosos" das leis, fingindo e dissimulando uma retidão de caráter que estão longe de serem possuidores.
Que o digam: Palocci, senador Eunício de Oliveira, Alfredo Nascimento, a corja do Mensalão e os Aloprados....
Que o digam: Palocci, senador Eunício de Oliveira, Alfredo Nascimento, a corja do Mensalão e os Aloprados....
Definitivamente sem-vergonhas!
Já foi a época em que roubar era tão vergonhoso que, os velhacos, patifes e malandros, dedicavam boa parte do seu tempo na elaboração de estratégias para manterem-se ocultos, desconhecidos, na coxia, evitando, de todo modo possível a exposição pois tinham o sentimento de insegurança causado pelo medo do ridículo e do julgamento dos outros. A descoberta significava desonra, humilhação, indecência, indignidade e o descoberto, além do vexame que isso representava, era tido como indecoroso, desonesto e qualificado como ordinário, digno de desprezo, grosseiro, insignificante, LADRÃO!
Procurava-se até ser moderado no roubo, para não dar "na vista"! A coisa tinha que ser feita com tamanho segredo e cobertura para que ficasse fora do alcance dos olhares ou do conhecimento de outros.
Até se arrumou uma justificativa para votar em ladrão: ROUBA MAS FAZ!
Nem essa pecha pode ser aplicada nos dias de hoje porque ROUBA-SE mas NÃO SE FAZ! Nossos políticos, capitaneados pelos do PT, tendo como cúmplices os do PMDB, PR, PSB e outros nanicos, encontram-se na forma mais degradante e aviltante da desonra, da falta de respeito às coisas alheias e públicas, da desconsideração com os eleitores e cidadãos comuns.
Eles se mantêm no cenário político com a maior desfaçatez e descaramento, verdadeiros caras-de-pau, como se nada tivesse ocorrido. E isso é muito entristecedor e desalentador. Estou perdendo de vez a esperança de viver num BRASIL com políticos honestos e realmente comprometidos com o bem do BRASIL, deixando em segundo plano, ou terceiro, as suas ambições particulares de crescimento econômico.
As mais recentes revelações de desvergonhados incluem o senador Eunício Oliveira (PMDB), ex-ministro PALOCCI (PT), ALFREDO NASCIMENTO (ex-ministro do Ministério dos Transportes) (PR), a quadrilha de canalhas do MENSALÃO e, tenho certeza que receberemos muito brevemente outras declarações de desaforados, porque as artimanhas para ludibriar, para a fraude e o embuste estão sendo realizadas a "céu aberto", sem o menor constrangimento ou pudor ou peso de consciência. Infelizmente!
E não me venham com a conversa mole que "na nossa história sempre foi assim"!
A não ser que seja considerada a história só da última década, iniciando-se portanto no governo Lula, que representou, isso sim, uma nova era da corrupção passivamente aceita, na qual se passa mão na cabeça dos malfeitosos, perdoando-se a todos! A tolerância à depravação de hábitos, de costumes e a devassidão está nesse governo como "nunca esteve na nossa história"! Nem mais procuram ser moderados na apropriação fraudulenta! Virou uma farra!!!!!!!!!!
Não foi esse o BRASIL, pelo o qual tanto lutei nos movimentos estudantis na minha juventude, que eu queria!
Procurava-se até ser moderado no roubo, para não dar "na vista"! A coisa tinha que ser feita com tamanho segredo e cobertura para que ficasse fora do alcance dos olhares ou do conhecimento de outros.
Até se arrumou uma justificativa para votar em ladrão: ROUBA MAS FAZ!
Nem essa pecha pode ser aplicada nos dias de hoje porque ROUBA-SE mas NÃO SE FAZ! Nossos políticos, capitaneados pelos do PT, tendo como cúmplices os do PMDB, PR, PSB e outros nanicos, encontram-se na forma mais degradante e aviltante da desonra, da falta de respeito às coisas alheias e públicas, da desconsideração com os eleitores e cidadãos comuns.
Eles se mantêm no cenário político com a maior desfaçatez e descaramento, verdadeiros caras-de-pau, como se nada tivesse ocorrido. E isso é muito entristecedor e desalentador. Estou perdendo de vez a esperança de viver num BRASIL com políticos honestos e realmente comprometidos com o bem do BRASIL, deixando em segundo plano, ou terceiro, as suas ambições particulares de crescimento econômico.
As mais recentes revelações de desvergonhados incluem o senador Eunício Oliveira (PMDB), ex-ministro PALOCCI (PT), ALFREDO NASCIMENTO (ex-ministro do Ministério dos Transportes) (PR), a quadrilha de canalhas do MENSALÃO e, tenho certeza que receberemos muito brevemente outras declarações de desaforados, porque as artimanhas para ludibriar, para a fraude e o embuste estão sendo realizadas a "céu aberto", sem o menor constrangimento ou pudor ou peso de consciência. Infelizmente!
E não me venham com a conversa mole que "na nossa história sempre foi assim"!
A não ser que seja considerada a história só da última década, iniciando-se portanto no governo Lula, que representou, isso sim, uma nova era da corrupção passivamente aceita, na qual se passa mão na cabeça dos malfeitosos, perdoando-se a todos! A tolerância à depravação de hábitos, de costumes e a devassidão está nesse governo como "nunca esteve na nossa história"! Nem mais procuram ser moderados na apropriação fraudulenta! Virou uma farra!!!!!!!!!!
Não foi esse o BRASIL, pelo o qual tanto lutei nos movimentos estudantis na minha juventude, que eu queria!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Surrealismo político brasileiro
Um funcionário subtrai as escondidas da empresa na qual trabalha dinheiro para as suas contas, de tal modo que o seu patrimônio particular cresce de modo galopante em pouquíssimo tempo. Os sócios da empresa, desconfiados dos desvios recebem denúncias sobre os roubos (ou furtos!) que ele vem sistematicamente praticando.
O funcionário então é desligado da empresa ou por iniciativa própria solicitando demissão ou por dispensa de seu chefe.
Desligado da empresa, ele é inocentado e nem ao menos é submetido a uma investigação. A partir daí, sai do cenário e passa a usufruir do seu imenso enriquecimento ilícito.
Ufa! Saiu ileso.
Substitua a empresa por BRASIL e o funcionário por PALOCCI (exministro da Casa Cívil) ou por ALFREDO NASCIMENTO (exministro do Ministério dos Transportes).
No segundo caso, imagina que o funcionário substituto seja da mesma linhagem do ALFREDO, um sujeito sabidamente mau intencionado, ou seja, por um membro do mesmo partido (PR).
Será que poderíamos fazer a mesma coisa nas empresas que trabalhamos? Bastaria pedir as contas para ser inocentado e se livrar das incômodas investigações, encerrando-se, assim, o caso!
É surreal!
São fatos que denotam estranheza, que transgridem qualquer razão e que pertence ao domínio do sonho, da imaginação, do absurdo.
Parece quadro de Salvador Dali!
O funcionário então é desligado da empresa ou por iniciativa própria solicitando demissão ou por dispensa de seu chefe.
Desligado da empresa, ele é inocentado e nem ao menos é submetido a uma investigação. A partir daí, sai do cenário e passa a usufruir do seu imenso enriquecimento ilícito.
Ufa! Saiu ileso.
Substitua a empresa por BRASIL e o funcionário por PALOCCI (exministro da Casa Cívil) ou por ALFREDO NASCIMENTO (exministro do Ministério dos Transportes).
No segundo caso, imagina que o funcionário substituto seja da mesma linhagem do ALFREDO, um sujeito sabidamente mau intencionado, ou seja, por um membro do mesmo partido (PR).
Será que poderíamos fazer a mesma coisa nas empresas que trabalhamos? Bastaria pedir as contas para ser inocentado e se livrar das incômodas investigações, encerrando-se, assim, o caso!
É surreal!
São fatos que denotam estranheza, que transgridem qualquer razão e que pertence ao domínio do sonho, da imaginação, do absurdo.
Parece quadro de Salvador Dali!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Efeito do discurso
Costumeiramente, os articulistas dos jornais, rádios e blogueiros acusavam os discursos do ex-presidente Lula de populistas, com inverdades e extremamente enganosos, pois o que dizia não gozava de sustentação da realidade.
Decorrente desses comentários, Lula ficou consagrado como "bom discurseiro"! E com essa pecha conseguiu eleger a sua sucessora.
Disso tudo sobra uma pergunta: de que modo o discurso assume papel tão decisivo?
Essa pergunta me atormentou constantemente durante a última década, justamente por causa do Lula.
Assim preocupado, lendo o noticiário da FOLHA DE SÃO PAULO, refletindo sobre o assunto, conclui algo a respeito, conforme descrevo a seguir, expondo o que passo a pensar sobre "discursos políticos".
Aconteceu no debate na FOLHA DE SÃO PAULO, na qual o Prefeito Kassab, da cidade de São Paulo, deu nota 10 à sua administração, em 20 de junho de 2011.
Essa notícia saiu na primeira página da FOLHA, jornal de grande circulação nacional. Portanto, a FOLHA mostrou para o Brasil todo que o Sr. Kassab era nota 10 como prefeito.
Não encontrei no exemplar do jornal qualquer manifestação contrária a essa avaliação.
Se eu, por exemplo, moro em local distante de S Paulo, numa região qualquer do Nordeste brasileiro, com pouca ou nenhuma comunicação com a cidade de S Paulo, dou pleno crédito ao que o jornal divulgou porque acredito na seriedade dele.
A partir disso, começo a formatar um perfil do Sr. Kassab como o prefeito que todas as cidades gostariam de ter e, por consequência, projeto-o como governador e presidente capaz.
Se em campanha eleitoral ele aparece na minha cidade, vou ouví-lo e novamente estarei sob efeito do discurso com promessas grandiosas de um homem que se revelou realizador. Afinal, era o que estava escrito no jornal.
Não tenha dúvidas! Realimentando as minhas esperanças de um Brasil honesto, moralizado e sério, voto nele!
Garanto que serei muito criticado pelos paulistanos (paulistano é o habitante da cidade de S Paulo) porque frequento assiduamente a cidade de S Paulo e convivo com os problemas que ela tem e, afirmo com certeza, que a administração dele nada tem a ver com a nota 10! A nota 10 é só discurso, mas com grandes e vantajosos efeitos de crescimento político.
Decorrente desses comentários, Lula ficou consagrado como "bom discurseiro"! E com essa pecha conseguiu eleger a sua sucessora.
Disso tudo sobra uma pergunta: de que modo o discurso assume papel tão decisivo?
Essa pergunta me atormentou constantemente durante a última década, justamente por causa do Lula.
Assim preocupado, lendo o noticiário da FOLHA DE SÃO PAULO, refletindo sobre o assunto, conclui algo a respeito, conforme descrevo a seguir, expondo o que passo a pensar sobre "discursos políticos".
Aconteceu no debate na FOLHA DE SÃO PAULO, na qual o Prefeito Kassab, da cidade de São Paulo, deu nota 10 à sua administração, em 20 de junho de 2011.
Essa notícia saiu na primeira página da FOLHA, jornal de grande circulação nacional. Portanto, a FOLHA mostrou para o Brasil todo que o Sr. Kassab era nota 10 como prefeito.
Não encontrei no exemplar do jornal qualquer manifestação contrária a essa avaliação.
Se eu, por exemplo, moro em local distante de S Paulo, numa região qualquer do Nordeste brasileiro, com pouca ou nenhuma comunicação com a cidade de S Paulo, dou pleno crédito ao que o jornal divulgou porque acredito na seriedade dele.
A partir disso, começo a formatar um perfil do Sr. Kassab como o prefeito que todas as cidades gostariam de ter e, por consequência, projeto-o como governador e presidente capaz.
Se em campanha eleitoral ele aparece na minha cidade, vou ouví-lo e novamente estarei sob efeito do discurso com promessas grandiosas de um homem que se revelou realizador. Afinal, era o que estava escrito no jornal.
Não tenha dúvidas! Realimentando as minhas esperanças de um Brasil honesto, moralizado e sério, voto nele!
Garanto que serei muito criticado pelos paulistanos (paulistano é o habitante da cidade de S Paulo) porque frequento assiduamente a cidade de S Paulo e convivo com os problemas que ela tem e, afirmo com certeza, que a administração dele nada tem a ver com a nota 10! A nota 10 é só discurso, mas com grandes e vantajosos efeitos de crescimento político.
Trem bala impagável! (II)
O meu primeiro depoimento, ao inaugurar o blog, foi sobre a inviabilidade econômica do trem-bala brasileiro.
Nesse caso específico penso que estão levando a sério uma brincadeira autompromocional do governo Lula achando que ela iria se viabilizar do jeito que inicialmente foi proposta.
Estou hoje retomando o assunto porque foi publicado no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO uma entrevista do Prof. Zhao Jian, especialista em ferrovias da Universidade de Transportes da China (caderno ECONOMIA, página B13).
Diz ele que o projeto não tem a menor viabilidade se aplicado do jeito que o governo projetou porque ele, o trem-bala, é altamente deficitário, por diversos motivos.
Um desses motivos é que a concentração e a densidade populacional são muito baixas; outro, é que a velocidade que estão propondo para o trem, de 300 km/h, tem o dobro de custo de construção e de manutenção dos que circulam a 200 km/h e o governo parece que quer o de 300 km/h ao custo do de 200 km/h.
Nessas condições, os participantes possíveis do leilão querem apenas construir a linha e vender equipamentos, deixando para o governo a operação da linha. Só assim o trem-bala sairá do papel.
Enquanto não se resolver esse impasse teremos mais suspensões de leilões!
José Serra, numa de suas entrevistas, qualificou Lula como "animador".
É o que aconteceu quando fez o discurso sobre o trem-bala aqui em Campinas, SP. Deixou-nos todos entusiasmados pelo que disse. Foi embora e nada mais aconteceu além dos sucessivos adiamentos do leilão do trem-bala. E está fazendo mais de ano ...
Nesse caso específico penso que estão levando a sério uma brincadeira autompromocional do governo Lula achando que ela iria se viabilizar do jeito que inicialmente foi proposta.
Estou hoje retomando o assunto porque foi publicado no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO uma entrevista do Prof. Zhao Jian, especialista em ferrovias da Universidade de Transportes da China (caderno ECONOMIA, página B13).
Diz ele que o projeto não tem a menor viabilidade se aplicado do jeito que o governo projetou porque ele, o trem-bala, é altamente deficitário, por diversos motivos.
Um desses motivos é que a concentração e a densidade populacional são muito baixas; outro, é que a velocidade que estão propondo para o trem, de 300 km/h, tem o dobro de custo de construção e de manutenção dos que circulam a 200 km/h e o governo parece que quer o de 300 km/h ao custo do de 200 km/h.
Nessas condições, os participantes possíveis do leilão querem apenas construir a linha e vender equipamentos, deixando para o governo a operação da linha. Só assim o trem-bala sairá do papel.
Enquanto não se resolver esse impasse teremos mais suspensões de leilões!
José Serra, numa de suas entrevistas, qualificou Lula como "animador".
É o que aconteceu quando fez o discurso sobre o trem-bala aqui em Campinas, SP. Deixou-nos todos entusiasmados pelo que disse. Foi embora e nada mais aconteceu além dos sucessivos adiamentos do leilão do trem-bala. E está fazendo mais de ano ...
Assinar:
Postagens (Atom)