sábado, 30 de julho de 2011

OAB e a febre!

     Cada vez que sai um resultado negativo nos exames da OAB a história se repete. E não foi diferente nesse último que, para agravar, apresentou um dos resultados mais desastrosos da sua história com 90% de reprovação. Em função do número gigantesco de fracassados a repercussão, dessa vez, foi maior do que as anteriores.
     Os "reprovados"acusam a OAB de fazer um exame exageradamente difícil, impossível de se fazer como exigem; também acusam esse exame de inconstitucional; culpam a OAB de "proteção de mercado para os advogados ativos" evitando a entrada de novos; e outras denúncias inconsistentes contra a OAB. A horda dos que fizeram a prova gritou alto e bastante.
     Tive a oportunidade, certa vez, de tomar ciência do conteúdo de uma prova da OAB por meio de minha esposa que a fez. Pelo que percebi, a prova nada solicitava além daquilo que um advogado, no mínimo, deveria saber. Ela nada tinha que excedesse os limites razoáveis do exercício da profissão, ou seja, nada de desmedido.
     Aprovo tanto o exame da OAB que acho que deveria ser aplicado em todos os recém-formados de todas as profissões. Na realidade, o exame da OAB reduz intensamente o número de advogados picaretas no mercado. Digo que reduz porque, apesar dele, ainda temos um número representativo de advogados incompetentes no mercado. Se aplicado nas outras profissões teríamos, com certeza, médicos, engenheiros, professores, enfermeiros, analistas clínicos, arquitetos etc mais confiáveis.
     As críticas que fazem ao exame da OAB sempre terminam pela sugestão de sua eliminação definitiva. Íncriminá-lo pelos seus resultados seria o mesmo que acusar o termômetro pela febre do doente, ou seja, elimina-se o termômetro porque ele teve a petulância e a insensatez de motrar que a pessoa está com febre. Que sejam destruídos todos os termômetros! Ah!, não se esqueçam também de banir o exame da OAB!
     Que absurdo!

terça-feira, 26 de julho de 2011

"Mesada" ou "salário"?!

     Hoje, estava decidido a continuar escrevendo sobre o bolsa família e a grande encenação política que ela representou e continua representando, rendendo grandes frutos para Lula e Cia.
     Acontece que, como Diretor de Colégio, acabei de entrevistar um pai que pretende transferir seu filho aqui para a nossa escola. Ele estava acompanhado do filho e, durante a entrevista, os dois discutiram, dissimuladamente, sobre a mesada que o pai dava ao filho. Como era conversa entre membros da mesma família, não participei e, constrangido, ouvi as palavras trocadas.
     Quando os dois se retiraram, refleti ligeiramente sobre o assunto e, como consequência, estou escrevendo esse texto porque tenho uma opinião formada e bem clara a respeito desse assunto e que vou aqui transformar em SUGESTÃO.
     Seria melhor substituir a palavra "mesada" por "salário" porque ela (ou ele, o salário!) deve estar vinculada diretamente a uma prestação de serviço. É a paga pelo serviço prestado aos pais e a si mesmo.
     Essa paga só poderia ser instituida quando a criança conseguisse fazer contas elementares de cabeça, como somar, dividir, multiplicar e subtrair. Dominando esses conhecimentos básicos, o filho teria condições de administrar a sua mesada. Partindo disso, a mesada é coisa que pode ser iniciada depois dos 9 ou 10 anos, quando a criança já aprendeu essa aritmética na escola.
     Afinal das contas, que serviço seria esse? O de estudar e o filho, nesse caso, exerceria a profissão de "estudante" e os pais, de "patrão".
     Como dizia o educador Lauro de Oliveira Lima, estudar é uma atividade que toma tempo prolongado, desgasta, exige planejamento e o resultado é duvidoso. O energia e o tempo dispendido é grande e merece uma recompensa, ou seja, uma mesada que, além disso, vem acompanhada da satisfação da aprendizagem.
     Quanto ao valor, deveria ser proporcional aos gastos com cantina da escola e o de presentear amigos aniversariantes, atendendo às necessidades básicas dos estudos e da convivência social com os colegas da escola.
     Proponho a seguinte conta.
     Despesa diária na cantina (1 suco + 1 lanche) = R$ 5,00.
     Despesas com presentes para os amiguinhos = R$ 3,00 por semana.
     Note que os aniversários não acontecem em todas as semanas.
     Assim calculando, a mesada deveria ser de R$ 28,00 por semana (5 dias da semana de lanche + presente).
     Como o presente deve ser adquirido esporadicamente, à medida que os aniversários acontecem, a parcela da mesada relativa a ele (R$ 3,00) deveria ser poupada semanalmente. Essa poupança seria um bom motivo de diálogo entre pais e filhos pois representa o momento de os pais educarem o filho na sua administração financeira diária e futura. Bem conduzido, esse diálogo seria de grande contribuição à aquisição do ato de poupar, coisa que o brasileiro, de modo geral, tem grande dificuldade em praticar.
     O brasileiro, geralmente, quando tem um dinheiro extra sente cócegas nas mãos e se apressa em gastar. Raramente passa pela sua cabeça a ideia de poupança. "Dinheiro na mão é vendaval", diz a múscia.
     Outro aspecto importante da mesada seria as negociãções mantidas entre pais e filho nos momentos dos reajustes. Nesse caso, aconselharia aos pais que estabelecessem uma data básica de negociações. Até lá, a mesada não sofreria alteração alguma.
     Um detalhe importantíssimo, o motivo central da negociação dos reajustes, é o desempenho escolar. O aumento da mesada (ou reajuste pleno, pela inflação, ou parcial) estaria vinculado ao desempenho do filho na escola, ou melhor, das suas notas. Assim, se o desempenho no ano anterior foi de média 5,0 e nesse ano está com média 6,0 seria justo um reajuste poupudo da mesada. Se, ao contrário, a média diminuisse, o reajuste refletiria isso. Cabe aqui fazer um alerta: o filho tem de saber, desde o momento em que a mesada foi instituída, dessas condições dos reajustes. Assim, ele, no decorrer do ano já conseguiria fazer previsões sobre o futuro da sua mesada. Também, sabendo dessa condições, estaria previamente preparado para as negociações, o que evitaria surpresas e sustos, além de ficar bem claro que tudo está acontecendo por causa dele, do que anda fazendo e os resultados conquistados. Existe melhor ensinamento que esse?
     O resultado de todo esse processo seria o aumento do desempenho da escola e a aprendizagem que o jovem teria sobre como administrar melhor os seus rendimentos.
Mas, para que se chegue a esse ponto, a família tem de dar todo apoio aos estudos dos filhos.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A encenação da bolsa família tem muitos atores além do Lula e ele não é o principal!

            Foram incontáveis as vezes em que o ex-presidente Lula afirmou em seus discursos que a “bolsa família era a grande responsável pelo crescimento econômico das regiões norte e nordeste” e que isso “estava causando inveja nas elites brasileiras do Sul e Sudeste do Brasil”. Essa auto-afirmação foi acolhida pelos políticos da coligação que davam sustentação ao ex-presidente (PT, PDT, PCdoB, PSB e demais) que, além disso, também deram a máxima repercussão a essa fala, adotando-a como principal bandeira nas campanhas eleitorais de 2010. Tudo com a intenção de tirar o máximo proveito para fins eleitorais.

Os eleitores menos esclarecidos, cidadãos comuns, fizeram eco a esse discurso e, aderindo a ele, passaram a manifestar apoio irrestrito ao ex-presidente. Contribuíram decisivamente quando ao imitá-lo acrescentavam que “ele havia diminuído a miserabilidade brasileira e melhorado a vida dos pobres”, distribuindo renda por meio da bolsa família, ”como nunca havia acontecido antes nesse país”, incorporando, desse modo, o mesmo jargão de Lula.

 Assim pensando, o “povão” demonstrou credibilidade ao seu líder votando em Dilma e nos candidatos dos partidos por ele indicados. Tanto é verdade que as vagas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal foram preenchidas majoritariamente pelos aliados, ou melhor, pelos adeptos do lulismo representados pela sucessora indicada. Foi um sucesso de “aquisição de votos”! Por isso, Lula merece os parabéns! O plano foi astutamente elaborado e surtiu o resultado desejado, com louvor!

Como os órgãos de imprensa deram ampla divulgação aos dados apresentados pelo governo sobre o sucesso da bolsa família, com veemência tão intensa que a fama ultrapassou as nossas fronteiras tal o tamanho proclamado do benefício conquistado, comecei a ficar intrigado com a grandiosidade do desenvolvimento econômico de algumas regiões mais pobres do Brasil atribuído exclusivamente à bolsa família. Pelo menos era o que o Lula, aos berros, andando para lá e para cá num tablado, ou palanque, com a camisa molhada de suor, repetia em seus discursos.

Fiquei desconfiado porque o programa da bolsa família já existia, com outro formato, no governo FHC, sem distribuição de dinheiro, mas de cestas básicas (bolsa escola) vinculadas à frequência escolar, vale gás (desconto na aquisição do botijão de gás porque ele consumia uma parcela comprometedora  da renda das famílias de baixa-renda) e da bolsa alimentação (distribuição de cestas básicas aos mais miseráveis, sem vínculo escolar), com uma logística diferente.

Cabe aqui reconhecer o mérito de José Roberto Magalhães Teixeira, PSDB, ex-prefeito de Campinas, que em 1994 idealizou e implantou a bolsa escola na cidade de Campinas, que teve em Cristovam Buarque um forte e ferrenho defensor e divulgador.

As cestas e o vale gás eram entregues às prefeituras das cidades, cabendo ao município a coordenação regional do programa com o compromisso de cadastrar e de entregar o que recebia do governo federal às famílias de baixa renda. Nessas condições, quem ficava com o mérito de tudo era o prefeito, pois era ele quem se aproveitava politicamente do efeito do bem realizado. Nesse aspecto, FHC foi ingenuamente apolítico, acredito eu.

Fernando Henrique foi quem introduziu os programas de transferência de renda com a implantação da bolsa escola, bolsa alimentação e vale gás. No início do seu governo estes programas inexistiam e, na sua saída, em 2002, atingia cerca de 4 milhões de famílias beneficiadas.

O que o Lula fez foi substituir os custos (em R$) dos programas de bolsa escola, bolsa alimentação e vale gás por dinheiro vivo, no valor bem próximo ao que era distribuído no governo FHC, rebatizando o programa como BOLSA FAMÍLIA. Além disso, ampliou o número de beneficiados, passando de 4 para 10 milhões. Excluiu as prefeituras do processo e assumiu diretamente o papel de benfeitor, atraindo para si todas as atenções.

Essa foi a grande jogada porque, a partir daí, sua popularidade cresceu e se manteve em patamares bem elevados. Ao final do seu segundo mandato, em 2010, elevou o número para 13 milhões, afirmando que não se tratava de uma jogada eleitoral por expandir o programa às vésperas da eleição presidencial. Os tolos, ingênuos e tontos deram crédito ao Lula criticando a oposição que, na época, combatia essa manobra eleitoreira.

Analisando atentamente os dados aqui apresentados, podemos elaborar uma comparação de incremento do número de atendidos por programas de transferência de renda. FHC partiu do praticamente nada e atingiu 4 milhões; Lula partiu de 4 milhões e chegou a 13. Portanto, fazendo essas continhas elementares percebemos claramente que FHC cresceu em muito mais de 10.000% no atendimento social tendo acumulado também todo o trabalho do projeto e da implantação do programa enquanto Lula, além de encontrar o programa instalado e funcionando, só cresceu em cerca de 325%.
Joseph Goebbels, Ministro Nacional para Esclarecimento Público e Propaganda nazista afirmou que a mentira contada exaustivas vezes vira verdade, menos para os que se mantêm integralmente lúcidos. Baseado nessa crença ele exerceu rigoroso controle nos meios de comunicação e educacionais na Alemanha de Adolf Hitler, persuadindo, assim, o povo alemão a se preparar para uma guerra sem precedentes.
Deixando de lado a minha modéstia, sinto-me lúcido!

Conclusão: FHC foi muito mais social do que Lula, apesar desse último dizer que recebeu uma herança maldita do primeiro e pregar que o mérito é somente seu! Lula, procedendo assim, está sendo o mais injusto e covarde dos presidentes, cometendo descaradamente o ato de violação dos direitos de outrem como nunca na história dos presidentes desse país”.

Falta demonstrar que o crescimento econômico das regiões pobres do norte e nordeste tem pouca participação da bolsa família! É o que farei no próximo texto do blog.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Por que você pirateia?

     Por que você pirateia?
     Essa é a manchete da reportagem sobre o assunto no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO de 11 de julho de 2011. Nela estão dois depoimentos signifivativos.
     Num deles, a pessoa diz que "O motivo é um só: pirateamos porque podemos e não somos presos"; o outro afirma que "... se os preços forem realmente acessíveis, eu certamente os teria consumido (os originais)".
     Aproveito a reportagem para também expor o que penso a respeito.
     No fundo, a aquisição de produtos piratas nada mais é do a utilização de qualquer meio (lícito ou ilícito) para se apossar daquilo que se deseja (o fim).
Dito de outra forma: "não importa os meios, o que vale é o fim".
     O fim é o de atender a uma necessidade muitas vezes  desnecessárias,  geradas  ou induzida pelo marketing, por influência da moda, por desvios comportamentais ou da incapacidade de lidar com frustações decorrentes do "não ter", que se sobrepõe ao de "não ser"!
     Os políticos, principalmente do PT, para justificarem tantas corrupções que praticam ou, se não o fazem, aprovam os aliados que as praticam, justificam a utilização constante e ininterrupta desses meios ilícitos, aéticos e imorais atribuindo ao fim um caráter de nobreza. Nesse caso, a "nobreza" consiste em engordar o caixa do partido e/ou do seu próprio. 
     Desse modo eles são guiados em seus atos: a causa partidária e o idealismo político são de tal grandeza de caráter, de magnanimidade e nobreza que qualquer meio para alcançá-los é, por princípio, aprovado, seja de qual natureza for!
     Consideram-se Robin Hood modernos, autoposicionando-se como os "pobres" e como rico, "o dinheiro que não pertence a ninguém", o do Tesouro Nacional.
     O que estaria praticando um sujeito ao adquirir um produto pirata diferente do que os políticos corruptos fazem? A única justificativa diferente estaria no significado de "nobreza" do ato: o de realizar o desejo de "possuir" CD, DVD, tênis, .... .
     Não é por causa do preço que se compra produto pirata! A compra é decorrente de traços e qualidades inerentes ao indivíduo, do seu caráter, da sua inclinação de temperamento, pelo seu feitio moral e ético. Enfim, da sua índole centrada na desonestidade.
     A justificação dizendo "que é caro", fora do seu alcance, é um argumento inconsistente de defesa usando uma razão não vergonhosa e compreendida e aceita pelos seus iguais.
     Outro dia, por simples curiosidade, perguntei a um camelô de CDs, se ele tinha alguma cópia pirata do Chico Buarque de Holanda ou de Beethoven. Respondeu-me dizendo que não vendia esses tipos de CDs porque as pessoas que os apreciavam não compravam produtos piratas!
     Ou melhor, é um grupo de pessoas de outra índole, outra moral e ética.
     Na realidade, quando o adquirente de produtos piratas diz que "compramos porque podemos", está afirmando que o seu juízo interior, a sua consciência, não possui a opção "errado" nesses atos ou motivos e, por consequência, não se traduzem em sentimentos de remorso ou de culpa. Ao contrário, os sentimento que geram é de regozijo, vaidade, prazer e de ostentação da posse do objeto da qual tira proveito.

Não sei! Não me lembro!

      O uso do "não sei!" tem início logo nos primeiros anos da vida escolar das nossas crianças.
      É muito comum a gente, como professor, questionar o aluno e ele, com a maior naturalidade do mundo, responder "não sei!", acomodando-se em seguida. Na maioria das vezes, o "não sei!" é uma resposta imediata e desacompanhada de qualquer tentativa de raciocínio ou busca na memória sobre o que já sabe sobre o assunto. Ou seja, é uma resposta mecânica e sem nenhuma reflexão.
      Assim procedendo, o estudante deixa de praticar o exaustivo exercício de PENSAR, segundo o ponto de vista dele. Aliás, quando eles são obrigados a pensar e a refletir profundamente sobre um problema, habitualmente se queixam do esforço que têm que despender.
      Nas minhas quatro décadas no cargo e ofício de professor raramente algum aluno completou o "não sei!" com "não sei mas vou procurar saber".
      A resposta "não sei!" é um recurso bastante confortável para ele, a ponto de se auto eximir da responsabilidade de tomar qualquer providência posterior para reverter a situação. Imediatamente assume atitude passiva, esperando que o professor lhe dê todas as explicações. E os professores, de modo geral, dão esses esclarecimentos.
      Para nós, professores, é menos desgastante dar explicações do que elaborar um plano de pesquisa para o aluno buscar, por sí só, as explicações. Agindo assim, assumimos a função de facilitador e, ao mesmo tempo, nos omitimos a função de educador, daquele que se diz "preparador para a vida".
      Notamos que, decorridos alguns dias, se repetirmos o mesmo questionamento para o mesmo aluno, na grande maioria das vezes, ele dificilmente lembrar-se-á completamente das explicações dadas. Geralmente muda a resposta do "não sei!" por "não me lembro!".
      Para mim, o "não me lembro!", nesse caso, revela o pouco valor e atenção dados por ele ao que foi explicado.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Trem-bala impagável! (III)

Hoje, 11/7/2011, mais uma vez o leilão do trem-bala não se concretizou porque nenhuma proposta apareceu!
Repito: o trem-bala foi uma brincadeira inconsequente do Lula e os ingênuos e tolos acreditaram!
Diz o pessoal do governo que vão mudar a estratégia para o próximo leilão.
Lembramos que o primeiro leilão foi em novembro do ano passado; o segundo em abril desse ano; o terceiro, AGORA!
Só resta uma apelação: DILMA, FAÇA ALGUMA COISA PARA SALVAR O PRESTÍGIO QUE LULA CONQUISTOU SOMENTE COM DISCURSOS. AFINAL, ELE AGORA NÃO ESTÁ MAIS DISCURSANDO!!!!!!!

Explicar o inexplicável!

Os que têm o que não poderiam ter não podem, de modo algum, pensar em se justificar e nem ostentarem suas posses porque exporiam, de modo indireto, seus atos escusos de violação dos princípios morais e éticos socialmente aceitos pelos cidadãos que sonham em ter um plêiade de políticos honestos em vez dos que hoje aí estão, cumpridores "maliciosos" das leis, fingindo e dissimulando uma retidão de caráter que estão longe de serem possuidores.
Que o digam: Palocci, senador Eunício de Oliveira, Alfredo Nascimento, a corja do Mensalão e os Aloprados....